terça-feira, 22 de março de 2011

Gadú

Sexta, dia 18/03 foi dia de Maria Gadú em Toledo...

Foi muuuito bom.

Estou anestesiada até agora!!!






PS: a data errada nas fotos é só um detalhe,
a máquina não era minha e eu não consegui tirar...

quinta-feira, 17 de março de 2011

Do dia do zoo


No último domingo nós três, eu e Rodrigo e Lorena, fomos ao zoológico. Este daqui de Cascavel já existe há muitos anos. Me lembro de visitá-lo com a escola todo ano... A gente ia de "busão" cantando "... roubou pão na casa do joão". Fazendo aquela bagnça básica e pulando nos quebra-molas. Era mega divertido. Primeiro íamos ver todos os animais. Depois por uma trilha se chegava ao lago municipal onde todo mundo dividia seu lanche e virava um grande piquinique. Então voltavámos e brincavámos no parquinho até sairmos de lá exaustos com as carinhas sujas. Ô tempo bão sô.

Mas, voltando à domingo passado...
Todo mundo já vem dizendo que o zoo não é mais o mesmo. A gente resolveu arriscar e levar a pequena de qualquer jeito.
Chegando lá o estacionamento estava lotado. Até comentei com o Rodrigo que deveria ter alguma 'atração' nova, porque pela quantidade de gente... Encontramos lugar e fomos.

E que DECEPÇÃO. Estava tudo muito pior do que imaginei.

Logo de cara tem o parquinho, grande e com muitos brinquedos, e tinha bastante crianças por lá, mas o estado era lamentável: areia muito suja, brinquedos enferrujados e quebrados e ainda imundos, Lorena claro que quis ir na hora brincar mas eu não deixei não.

Então fomos ver os animais: 2 leões (desdentados), 1 pantera (preta, que dormia lá no fundo perto de uma parede azul esuro), 1 tucano (desbotado), 4 saguis (depressivos), 1 cachorro do mato (que mais parece um vira-lata que fica na frente de casa), uns 10 jabutis (imóveis como uma pedra) e 1 gavião (virado de costas).
Só. Só isso. Nada mais. Ainda por cima em gaiolas apertadíssimas e sem manutenção alguma.

E para terminar o passeio tinha um museu, do tamanho de uma sala de aula, com animais muuuito mal empalhados e pra variar cheio de poeira.

Saindo de lá demos uma passadinha no lago municipal. O parque de lá não está muito longe do parque do zoológico. Mas pelo menos a água estava praticamente limpa. E tem os pedalinhos (R$ 5,00 por 15 min) que tirando o detalhe da fila ainda vale a pena.

Agora chegando onde eu queria chegar...

Por que é que ninguém, leia-se prefeito e vereadores, não fazem alguma coisa em relação à isso? 

Projeto de shoping e briga pra construí-lo tem.
Projeto de mais parques e praças eu não sei de nenhum.

Porém daqui alguns poucos anos nesta cidade aqui não teremos uma área verde pra poder levar os filhos. Na minha casa por falta de espaço não se tem um pé de árvore. Não tem espaço pra minha filha correr, se sujar, brincar na terra. Na creche dela (é pública) também não tem. Nas avós, neca. Lugar algum. 

Agora, brinquedos eletrônicos (caros bagarai) tem aos montes. Esses carrinhos em que a gente coloca a criança sentada e ela fica girando e girando e girando a Lorena adora. Mas morre de medo de um escorregador. Mas o que é que eu posso fazer? Não se tem mais NENHUMA pracinha decente nesta cidade (ou pelo menos não que eu tenha conhecimento). As que conheço não tem manutenção alguma. Ficam lá largadas.

Veja bem, adoro minha cidade e vejo que ela tem se desenvolvido pra melhor nos últimos 5 anos. Melhorou muito mas parece que ninguém pensa nestes detalhes. Ou será que deixar as crianças em brinquedos eletrônicos, sem mosquitos por perto e com risco praticamente zero de se machurem é tão melhor assim? 

Também não dá pra deixar minha filha brincando na rua, como eu fazia, porque o trânsito é uma loucura. 

O quê fazer?

Sinceramente eu tenho muito, mais muito mesmo, medo do mundo que estamos deixando pros nossos filhos e pior ainda para os netos!!!

quarta-feira, 9 de março de 2011

coisas que a gente também pensa...

"Levantou uma das mãos, flexionou os dedos e ficou a se perguntar, como já fizera algumas vezes antes, de que modo aquela coisa, aquela máquina de segurar, aquela aranha de carne na extremidade de seu braço, podia ser algo seu, totalmente controlada por ela. Ou teria a mão uma vidinha própria? Dobrou o dedo e esticou-o. O mistério estava no instante antes de ele se mexer, quando sua intenção surtia efeito. Era como uma onda a se quebrar. Se ela conseguisse surpreender-se na crista da onda, pensou, talvez descobrisse o segredo de si própria, daquela parte dela que realmente mandava. Aproximou o indicador do rosto e olhou fixamente para ele, ordenando que se mexesse. O dedo permaneceu imóvel porque ela estava fingindo, ela não estava de todo falando sério, e porque mandar o dedo se mexer, ou estar prestes a mexê-lo, não era a mesma coisa que mexê-lo de verdade. E quando por fim ela dobrou o dedo, a ação parecia ter início no próprio dedo e não em alguma parte de sua mente. Quando era que ele resolvia se mexer, quando era que ela resolvia mexê-lo? Não havia como pegar a si própria em flagrante. Era ou isso, ou aquilo. Não havia uma dobra, uma costura, e no entanto ela sabia que por trás da textura lisa e contínua havia um eu verdadeiro — seria a alma? — que tomava a decisão de parar de fingir e dar a ordem final."
Livro 'Reparação' de Ian Mcewam
Imagem: we love it 

segunda-feira, 7 de março de 2011

LORENA...

Se tem uma coisa que eu curto fazer é passar horas (literalmente) fuçando blogs alheios. Adoro. 
E hoje lendo um  por aí, que eu já nem consigo mais localizar, me deparei com um post sobre a escolha do nome do bebê. E aí resolvi também vir deixar aqui registrado a escolha do nome da minha menina.

Logo que descobri que estava grávida, antes mesmo de contar pra todo mundo eu e o Rodrigo começamos à pensar nos prováveis nomes do bebê.
Eu tinha algumas exigências:
- queria um nome simples, mas não comum.
- não queria que fosse "estrangeirado".
- não deveria ter um apelido "óbvio", exemplo, manu e biel.

 Então, assim logo de cara, decidimos por Davi se fosse menino e pensamos em Maria Manuela caso viesse uma menina. 

Ah, uma exigência do pai dela era que se fosse menina teria que ter Maria. Eu confesso que não gostei muito já que Maria era 'modinha' na época. Mas por ser um nome bonito e forte concordei.

Eu sempre gostei de nomes compostos, acho que dá mais identidade a pessoa...

Então eu encuquei com Maria Manuela. 
1º: porque Maria vinha primeiro e não estava me deixando muito feliz.
2º: porque iria se tornar Manu pra cá, Manu pra lá...
3º: porque muita gente iria dizer Maria Emanuela.

Então eu logo desisti deste nome.

Depois resolvi que seria Eloá Maria. 
A família inteira aprovou o marido também. Decidido.
Quando contei pra uma amiga ela me disse que Eloá era o nome do cachorrO da irmã dela. Desisti.
Eu sei que era o cachorro que tinha nome de gente e não a minha filha que teria nome de cachorro. Mas não dava, não estava bom assim.

Depois lendo o livro de contos, de Lygia Fagundes Telles, 'Antes do Baile Verde' me deparei com o nome LORENA no primeiro conto. Nem me lembro direito da história, mas achei que era um nome que se encaixava em todas as nossas exigências e combinava muito bem com Maria. 

Pronto. Caso viesse um menino seria Davi (alguma coisa, Emanuel ou Francisco)
E se fosse menina Lorena.

Mas... quando eu fiz o ultrasson e descobri que carregava uma mocinha achei que o nome era muito forte pra uma bebezica. E também as avós não se agradavam sem porcento com a escolha. 
E com uma dorzinha no coração decidimos por Eloísa Maria.
Mas eu não fiquei em paz. LORENA era escolhido, sonhado, imaginado.
E depois de uma conversa com uma pessoa querida na época me decidi por este nome mesmo.

Eu, sei eu sou a mãe, mas minha filha é LINDA e não poderia chamar de outra forma...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Nova promoção


OBA! 
Tem mais promoção no blog mamiferas.
Agora elas vão sortear um Coletor Mesntrual Miss Cup.
Vale a pena dar uma passadinha no site pra conhecer.
Vamos ver se dessa vez eu ganho!!!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Promoção Mamíferas


O blog mamiferas esta com uma super promoção.
Um sorteio de dois vale-compras do site Elo7.
Vamos dar uma passada por lá e conferir.
Beijos!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Desastrada!!

 Só pra constar que o tempo ainda continua pra chuva. Mas tem um solzinho tímido aqui e acolá.
                                 
*****

Falei, sou sim desastrada. Sempre. Todo o tempo. O tempo todo.
Dizem que pra gente melhorar em alguma coisa deve assumir que esta coisa está errada.
Então assumo hoje o meu grande defeito.

Ser DESASTRADA. ESTABANADA. DESENGONÇADA. ATRAPALHADA.

Há quem possa dizer que é charme. No meu caso já passou do charme à vergonha. Não tem nada nesse mundo que eu faça sem implicar em alguma coisa caída, quebrada, derrubada, manchada. E é aí que eu queria chegar.

Tô aqui aumentando minhas linhas de expressão na cara porque vim pra trabalhar com calça branca, bonitinha, limpinha e cheirosinha e eis que a hora do café chegou. E eu fui toda linda e charmosa pegar o meu copinho de café preto. Mas claro que a minha calça bonitinha, limpinha e cheirosinha não iria sair intacta dessa. Ela foi o alvo da mais ávida gota de café que se recusava à, todo custo, ir para o meu estômago e certeiramente foi encontrar o seu lugar ao sol nela, minha calça branca bonitinha que já não é mais limpinha e agora está cheirosinha de café.

Você pode pensar "tudo bem, foi uma única gota". Foi o que eu tentei mentalizar. MAS o grande problema é que a calça é BRANCA e o café PRETO. E agora formam dupla sertaneja. Juntos, na altura da coxa. Meu cartão de identificação: D-E-S-A-S-T-R-A-D-A.

E sempre é assim.
Vou lavar louça e lambuzo todo o chão de água, sabão, resto de comida. Resultado: limpar o chão sempre depois de lavar quaisquer míseras duas xícaras.
Vou ajeitar o cobertor e sempre tem ou celular ou controle remoto na coberta que sai voando direto ao chão. Resultado: controle remoto com a tampinha colada com durex e celular beem capenga.
Aliás o celular também já foi alvo de banho, tempo desses eu deixei um pote com água pra fora do lado da porta, quando fui trancar a porta o celular, vupt, caiu certeiro da minha mão pro balde com água. Resultado: glup glup glup celular afogado.
Quando vou estender roupa acaba que sempre tem uma peça que sai da bacia pro chão. Resultado: lavar de novo.

Pois é, essa sou eu!