Eu, detesto isso de 'caminho do meio'. Pra mim, não pode existir meio termo. Meio termo significa que tanto fez ou tanto faz. Não rola uma escolha aí. Tenho ouvido muito esse tipo de coisa ultimamente. Gente que defende os extremos, gente que acha que é do meio da banda. Vamos parar pra pensar. O que são os extremos? Quem foi que disse que tal coisa não é do meio, ou é da ponta? Extremo é um parto completamente natural? É amamentação exclusiva? É não trabalhar fora de casa? Quem foi que fez esses limites? Não existe isso. Toda escolha, na minha opinião, implica um extremo, não um meio termo. Mesmo que a sua opção foi não amamentar exclusivamente e dar mamadeira pra dormir a noite. Entende. Escolha implica em não ser o caminho do meio. Caminho do meio é não escolher pra que lado do muro cair. É andar na corda bamba. É permitir que escolham por você. Isso sim significa ser meio termo. Por exemplo: amamentar exclusivamente é bom mas se o pediatra disser que meu filho precisa de complemento eu darei. Isso é não pender pra lado nenhum. Vou fazer o que disserem pra fazer. Diferente de: amamentar exclusivamente é o ideal mas se o pediatra disser que meu filho precisa de complemento eu vou atrás de outro pediatra e de outras opiniões, quero argumentos e respostas, aí sim se realmente for necessário complemento eu darei. Entende? Tem uma grande diferença nas duas situações mesmo que as duas cheguem ao mesmo lugar. Na primeira faço porque sim, porque um 'ser superior' me disse que seria melhor. Na segunda faço porque foi assim que eu decidi baseado em informações de qualidade, entendendo bem os riscos e benefícios. Eu não quero ser café com leite. Quero ser a diferença nesse mundo. Não vou seguir pela banda do meio. Vou atrás e ao extremo. Não sei se ficou bem claro, mas ser do 'caminho do meio' me incomoda bastante e eu não quero não.
Praias, baías, braços, cabos, mares, golfos e penínsulas e oceanos que não vão secar
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
o que fazer com a sogra?
Nesse último fim de semana aconteceu um retiro do grupo de jovens que participo. Então eu e o Rodrigo fomos trabalhar e dormir lá. Aí já viu, tem que montar um esquema pra Lorena. O plano era: sexta a minha mãe pega ela na creche e ela dorme por lá, sábado cedo eu busco da casa da minha mãe e ela passa o dia com a gene na igreja e a noite o Rodrigo leva na sogra pra gente buscar domingo de tarde.
E assim começou a ser feito. Dormiu na minha mãe. Ficou o sábado todo com a gente, bricou, pulou, comeu, fez bagunça, dançou, aproveitou o que podia e não deu nenhum trabalho. Quando era umas 18h a gente resolveu ir pra casa tomar banho e dar banho nela pra descer na casa da mãe dele. Mas chegando em casa a Lorena tava caída de sono, então deixei dormir e depois a sogra dava um banho. Deixamos ela lá ainda dormindo e voltamos pra igreja.
Dormi. Acordei no outro dia, fomos à missa e na saída o marido solta:
- Vou ligar pra minha mãe pra saber se a Lorena melhorou.
Pausa pra minha cara de "COMO ASSIM? ELA NÃO TAVA BEM E VOCÊ NÃO ME DISSE NADA".
Despausa para os gritos que rolaram a seguir.
Ele falou com a mãe dele e disse que a Lorena estava bem. Quem tinha só vomitado uma vez umas sete horas da noite e que não era nada.
Tudo bem, segui o dia, afinal devia ter sido misturança e brincadeiras demais.
Quando a gente foi buscar ela vem a hora que eu tive vontade de voar no pescoço do meu marido e da mãe dele. Do marido porque não me disse que ela tinha vomitado 2x e tava super desanimadinha. E da sogra porque:
1- a Lorena chegou lá com um pouquinho (beem pouquinho) de tosse e ela resolveu dar xarope, carbocisteína 3x.
2- a Lorena começou reclamar de dor de barriga e ela resolveu dar dipirona (dipirona pra dor de barriga?)
3- a Lorena vomitou e ela resolveu ligar na farmácia (veja bem que eu, mãe da criança em questão, estou terminando o curso de farmácia) e falar com o atendente (é atendente mesmo, não o farmacêutico) que indicou plasil e mais dipirona de 4 em 4h.
4- a mãe do meu marido resolveu dar chá pra minha filha que tava com dor de barriga, chá de canela.
5- como a Lorena não queria comer nada ela resolveu oferecer (que bom que minha filha não comeu) salgadinho, todynho, suspiro, chicletes e toda espécie de porcaria "pra ver se ela comia alguma coisinha"
6- como a Lorena vomitou mais de uma vez ela tava quase resolvendo ligar pra minha mãe pra levar ela no hospital.
Pense que depois de tudo isso quase que eu caí dura no chão e quem iria precisar de médico era eu. Fechei a cara na hora, peguei minha filha e corri pra casa.
Eu não medico a Lorena pra quase NADA. Ela chega fácil a fazer 40 graus de febre e não toma NADA. É colo, banho, compressa, comida decente, carinho e muito amor. E as coisas lá em casa melhoram assim. Nem alopatia e nem homeopatia. Nada. Eu conheço os riscos e benefícios dos medicamentos e foi uma opção que fiz. Lógico que tem um limite a hora em que identifico um ponto crítico ou desconheço determinado sintoma ou reação do organismo dela procuro o médico e se for, realmente, necessário ela toma remédio sim. Mas não era o caso do fim de semana.
Juro que a minha sogra é um amor mas é do tipo que confia no balconista da farmácia. Nunca me liga antes de dar qualquer coisa pra Lorena tomar porque acha que eu sou louca de não fazer. Em uma vez que a Lorena ficou com gripe e eu cuidei dela do meu jeito ela chegou a dizer pro Rodrigo que era pra levar ela pro hospital porque "Deus me livre de perder a Lorena, eu amo ela", e eu, mãe, não??? Não sei como falar com ela. Ela se dói por qualquer coisa, já teve vez de ligar pro Rodrigo chorando porque não gostou de um comentário que fiz pra ela que foi sem maldade nenhuma da minha parte. Não quero causar um mal estar, sabe? Mas assim não dá. A mãe sou eu e as coisas vão ter que ser da forma que EU decidir. Alguém sabe como fazer isso sem ser a chata e não magoar?
pronto, desabafei
segunda-feira, 13 de junho de 2011
rifas
Juro. Juro. Juro. Que quando eu ouço RIFAS me dá dez tipos de medo e um 'arrépio' na espinha.
Eu definitivamente odeio RIFAS. Odeio comprar. Odeio mais ainda ter que vender.
E eu como passei a adolescencia em grupo de jovens pra poder viajar pra congresso como a gente levantava dinheiro? RIFAS.
E pra fazer qualquer tipo de evento? RIFAS.
E pra comprar som pro grupo? RIFAS.
E pra ajudar o seu Zé que tá passando dificuldades financeiras? RIFAS
RIFAS. RIFAS. RIFAS.
E agora depois de 'grande' quero me formar na faculdade, sonho de muita gente por aí, quem aparece? RIFAS.
Que p***a.
Tenho um 'bloquinho' com 100 números. Vejam só: terei que convencer 100 pessoas a me darem 2 'pila' para em troca concorrerem á uma lindíssima câmera digital. Quem nesse mundo de meudeus não tem câmera digital? Só quem não tem condição de me dar 2 reais pra comprar uma RIFA.
Aí que hoje levei as tais RIFAS pro meu último dia de estágio. Ofereci a primeira:
-Viu, minha formatura é no ano que vem e aí que pra ajudar nas despesas nós estamos vendendo uma RIFA. Que tal comprar uma pra me ajudar.
-NÃÃÃO.
Desisti. Não ofereci pra mais ninguém.
SOCORRO... Alguém me salva das RIFAAAAS!
Ou alguém me compra um número de RIFA?
Ou alguém me compra um número de RIFA?
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sobre amamentação, parte 3 de 3
E depois de toda repercussão que o assunto tem causado na mídia. De gente (babaca) dizendo pra amamentar no banheiro, que só mulher bonita tem o direito de amamentar em público... Vou deixar aqui minha humilde opinião.
A questão de amamentar em público pra mim se resume em duas coisas.
Um: é direito da criança alimentar-se a hora que estiver com fome e onde for.
Dois: peito não foi feito pra satisfazer o desejo sexual dos machos e, sim, foi feito pra dar de mamá.
Pra mim não importa o que os outros pensam, os incomodados que se retirem. Jamais negaria peito pra um filho por conta de que os outros vão ficar constrangidos. Ou porque os outros vão achar feio. Não. De jeito nenhum.
Ninguém precisa pegar o seu lanche e ir comer no banheiro. Lá também não vai ser lugar pro meu filho ir comer. Todo mundo tem o direito de sair de casa pra se alimentar e criança que é amamentada exclusivamente não? Todo mundo almoça, janta, lancha com amigos, menos os bebês que querem leite da mãe? Negativo. Ainda que adulto é até capaz de entender e sabe esperar a hora de chegar em casa, mas bebês não. Não dá pra exigir isso de um pequeno de alguns meses.
Eu também não entendo o fato de cobrir com uma fraldinha. Alguém se esconde em baixo da toalha da mesa. E imagina ainda o desconforto pro bebê.
Vamos pensar um pouco mais nas nossas crianças. E largar mão desses marmanjos que acham que peito é foi feito apenas para o seu prazer sexual.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
sobre amamentação, parte 2 de 3
Então agora vem a pergunta: porque a livre demanda (LD) é importante?
E aí eu coloco aqui alguns motivos pelos quais eu com meus próximos filhos (sim, ainda quero mais dois) pretendo amamentar a hora que for.
Olha só, o bebê antes de nascer só conhece aquele lugar ali, boiar o dia todo naquela pscininha, ouvir os sons do corpo da mãe, ouvir e perceber alguns estímulos externos e só. Só isso. Todo o tempo. Aí de repente algo começa a empurrá-lo pra fora. E bem-vindo ao mundo real. E é aí que as pessoas agem como se fosse tudo muito fácil pro bebê. Novas sensações aparecem, coisas que ele não sentia antes com: frio, calor, dor, coceira, roupa apertando, fome. Assunto também que vale pra outro post é essa mania de achar que a criança vai acostumar mal com peito toda hora, colo o tempo todo, blá, blá, blá.
Tem coisas que nós mães não podemos controlar. Os medos dos nossos filhos quando chegam a esse mundo, por exemplo. Mas acredito que o que está ao nosso alcance temos que fazer. São tantas sensações novas. Mas no peito é local em que o bebê se sente seguro, desde o mormento em que nasce. E aí é isso que ele vai querer quando alguma coisa não estiver legal. Peito. Até que vai chegar o dia em que ele vai entendendo seus sentimentos e o peito de mãe não será seu único refúgio.
Ponto dois é que isso passa, como tudo na maternidade. E são momentos preciosos. Vai chegar o tempo em que, como diz algum comercial por aí, 'eles vão querer a nossa carona mas não a nossa companhia'. Por que então não aproveitar esses pouquinhos meses de dedicação exclusiva? Por que não curtir esse momento em que somos a única pessoa que pode alimentá-lo? Por que querer fugir disso?
E esses são apenas dois argumentos. Nem vou entrar aqui no mérito de que o leite materno é o alimento mais completo. É protetor. E tudo mais que se fala por aí.
Pra mim LD é uma questão de proteção. De não pular fases. De não querer uma criança independente antes do tempo.
Estar 24h à disposição de um filho por no mínimo 6 meses não tem nada de escravidão. Escravidão é ter que esquentar água toda vez que seu filho tem fome. Escravidão é ter que estar sempre com o relógio do lado pra ver a hora de dar mamá.
Livre demanda, o nome já diz é LIBERDADE!!!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Dia das mães
Eu gosto sim do dia das mães. E adoooro datas comemorativas em geral. E sabe que eu não entendo esse negócio de que é uma data inventada SÓ pro comércio ganhar dinheiro com isso. Lórrico que o tal do comércio lucra muito com esse dia, mas vamos combinar quem é que não gosta de presentinho? Hã? E quem não gosta de dar presente? Eu amo. Coisa mais gostosa ver aquele sorrisão de quem ta abrindo o embrulho e encontrando o presente tão esperado. Então pronto ganha eu, ganha você e vamos deixar o comércio ganhar também.
Claro que dia das mães e qualquer outra data não se resumem à isso. E nem quero que nada fique só no presente. Também é dia especial. Por exemplo, pra mim, é dia da mãe não fazer nada, quem tem que dar conta de tudo é o pai. Dia especial é assim, é acordar o papai com café na cama no dia do aniversário dele. É não ter a obrigação de fazer nada e ficar só de perna pro ar. É receber um monte de email e recado no orkut de parabéns.
E se não tem presente uma "colagem" tá ótimo.
Aliás aproveitando o post vou ter que deixar a minha reclamação por escrito que o sr Rodrigo no dia dos p
Tô exagerando ou mãe não pode ter um dia só pra ela?
ais ganhou da dona Lorena uma trabalinho da escola. E eu toda boba só esperando pra ver o que viria pra mim e pasme-se não veio NADA de NADA. Mamão não ganhou nenhuma colagem.
E ainda pra ajudar eu querendo explicar pra filha que domingo seria um dia especial pra mamãe afinal era o "dia das MÃES, das mães, entendeu Lorena?"
"Sim mãe, dia das mamães, dos papais, da Lorena."
Não minha filha, dia das mães é SÓ das mães!!!
quinta-feira, 17 de março de 2011
Do dia do zoo
No último domingo nós três, eu e Rodrigo e Lorena, fomos ao zoológico. Este daqui de Cascavel já existe há muitos anos. Me lembro de visitá-lo com a escola todo ano... A gente ia de "busão" cantando "... roubou pão na casa do joão". Fazendo aquela bagnça básica e pulando nos quebra-molas. Era mega divertido. Primeiro íamos ver todos os animais. Depois por uma trilha se chegava ao lago municipal onde todo mundo dividia seu lanche e virava um grande piquinique. Então voltavámos e brincavámos no parquinho até sairmos de lá exaustos com as carinhas sujas. Ô tempo bão sô.
Mas, voltando à domingo passado...
Todo mundo já vem dizendo que o zoo não é mais o mesmo. A gente resolveu arriscar e levar a pequena de qualquer jeito.
Chegando lá o estacionamento estava lotado. Até comentei com o Rodrigo que deveria ter alguma 'atração' nova, porque pela quantidade de gente... Encontramos lugar e fomos.
E que DECEPÇÃO. Estava tudo muito pior do que imaginei.
Logo de cara tem o parquinho, grande e com muitos brinquedos, e tinha bastante crianças por lá, mas o estado era lamentável: areia muito suja, brinquedos enferrujados e quebrados e ainda imundos, Lorena claro que quis ir na hora brincar mas eu não deixei não.
Então fomos ver os animais: 2 leões (desdentados), 1 pantera (preta, que dormia lá no fundo perto de uma parede azul esuro), 1 tucano (desbotado), 4 saguis (depressivos), 1 cachorro do mato (que mais parece um vira-lata que fica na frente de casa), uns 10 jabutis (imóveis como uma pedra) e 1 gavião (virado de costas).
Só. Só isso. Nada mais. Ainda por cima em gaiolas apertadíssimas e sem manutenção alguma.
E para terminar o passeio tinha um museu, do tamanho de uma sala de aula, com animais muuuito mal empalhados e pra variar cheio de poeira.
Saindo de lá demos uma passadinha no lago municipal. O parque de lá não está muito longe do parque do zoológico. Mas pelo menos a água estava praticamente limpa. E tem os pedalinhos (R$ 5,00 por 15 min) que tirando o detalhe da fila ainda vale a pena.
Agora chegando onde eu queria chegar...
Por que é que ninguém, leia-se prefeito e vereadores, não fazem alguma coisa em relação à isso?
Projeto de shoping e briga pra construí-lo tem.
Projeto de mais parques e praças eu não sei de nenhum.
Porém daqui alguns poucos anos nesta cidade aqui não teremos uma área verde pra poder levar os filhos. Na minha casa por falta de espaço não se tem um pé de árvore. Não tem espaço pra minha filha correr, se sujar, brincar na terra. Na creche dela (é pública) também não tem. Nas avós, neca. Lugar algum.
Agora, brinquedos eletrônicos (caros bagarai) tem aos montes. Esses carrinhos em que a gente coloca a criança sentada e ela fica girando e girando e girando a Lorena adora. Mas morre de medo de um escorregador. Mas o que é que eu posso fazer? Não se tem mais NENHUMA pracinha decente nesta cidade (ou pelo menos não que eu tenha conhecimento). As que conheço não tem manutenção alguma. Ficam lá largadas.
Veja bem, adoro minha cidade e vejo que ela tem se desenvolvido pra melhor nos últimos 5 anos. Melhorou muito mas parece que ninguém pensa nestes detalhes. Ou será que deixar as crianças em brinquedos eletrônicos, sem mosquitos por perto e com risco praticamente zero de se machurem é tão melhor assim?
Também não dá pra deixar minha filha brincando na rua, como eu fazia, porque o trânsito é uma loucura.
O quê fazer?
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
das gentes sem noção...
Hoje quando fui dar uma espiadinha no blog da Luíza Diener lá de Brasília, me deparei com um post que tem tudo à ver comigo. PRECONCEITO INVERTIDO.
Lá ela fala um pouco da experiência de ser magérrima e das pessoas que sem noção nenhuma sempre tem um comentário maldoso ou invejoso ou sem nenhuma intenção do tipo "nossa que magrinha" "se der um vento voa" ta precisando comer direito". Aff...
Como a Luíza disse ninguém sai por aí chamando uma "fofinha" de gorda! Mas se é magrinha pode dizer o que quiser. Como se ser magra fosse uma opção. Pelo menos pra mim não é. Queria ter meus quilinhos a mais. Mas assim como a "fofinha" não consegue emagrecer fácil eu também não ganho um kilo de graça.
O pior é quando acham que é anoréxica. Tempo desses eu peguei uma intoxicação alimentar e depois de dois dias com vomito e diarreia fui pro hospital. Aí chegando lá eu, super fraca, esqueci de dizer que era alérgica à diclofenaco e eis que foi diclofenaco na veia. Levantei, dei três passos e desmaiei. Pronto, foi o suficiente pro hospital inteiro achar que o que eu tinha era anorexia, que estava desnutrida, etc, etc, etc.
E hoje também to deixando meu recado aqui. mesmo que ninguém leia.
E mandando TODO MUNDO E SEUS COMENTÁRIOS maldosos, invejosos ou sem intenção nenhuma à merda!
prontofalei!!!
Beijo. Beijo.
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